A Igreja Católica confessa o crime e Protestantes que descobriram a verdade

24/08/2013 19:57

A IGREJA CATÓLICA CONFESSA O CRIME

E PROTESTANTES QUE DESCOBRIRAM A VERDADE

 

Por Tsadok Ben Derech

 

A IGREJA CATÓLICA CONFESSA O CRIME

Examinaremos, agora, que a Igreja Católica Romana confessa expressamente que alterou o shabat para o domingo, mesmo sabendo que biblicamente o shabat é o dia sagrado. Não afirma o Catolicismo que o domingo possui fundamento nas Escrituras, mas sim que a Igreja tem poder para alterar o dia santo, isto é, a autoridade do Papa é superior à autoridade da Bíblia.

Eis a Igreja Católica confessando o seu próprio delito:

“A Igreja Católica... pela virtude de sua missão divina, alterou o sábado para o domingo.” (The Catholic Mirror, James Cardinal Gibbons, 1893).

 

Para o Catolicismo Romano, o shabat do ETERNO foi substituído pelo domingo da Igreja porque o Papa reina no lugar do Todo-Poderoso. Verifique a arrogância do Papa Leão XIII:

“Nós temos nesta Terra o lugar do Senhor Todo-Poderoso.” (Papa Leão XIII, em carta encíclica de junho de 1894).

 

Confira outras assertivas de autoridades da Igreja Católica:

“É o sábado o sétimo dia de acordo com a Bíblia e os Dez Mandamentos? Eu respondo que sim. É o domingo o primeiro dia da semana e a Igreja mudou o sétimo dia, o sábado, para o domingo, o primeiro dia? Eu respondo que sim. Cristo mudou o dia? Eu respondo que não!” (James Cardinal Gibbons, Arcebispo de Baltimore, 1877-1921, em carta assinada).

“Pergunta: Qual é o dia de shabat?

Resposta: O sábado é o dia de shabat.

Pergunta: Por que nós temos que observar o domingo no lugar do sábado?

Resposta: Nós observamos o domingo no lugar do sábado porque a Igreja Católica transferiu a solenidade do sábado para o domingo.” (The Converts Catechism of Catholic Doctrine,  Peter Geiermann, pg. 50).

“Porém, deve-se ler a Bíblia de Gênesis a Apocalipse, e não se encontrará uma única linha autorizando a santificação do domingo. As Escrituras enfatizam a observância religiosa do sábado, dia que nós [católicos] nunca santificamos.” (The Faith of our Fathers, James Cardinal Gibbons, pg. 89).

 

Consoante a doutrina católica, todos os protestantes/evangélicos guardam o domingo porque estão sujeitos à autoridade do Papa:

“Fazemos bem em lembrar aos presbiterianos, batistas, metodistas e todos os demais cristãos que a Bíblia não os aprova em nenhum lugar na observância do domingo. O domingo é uma instituição da Igreja Católica Romana, e aqueles que observam este dia observam um mandamento da Igreja Católica.” (Priest Brady, em discurso publicando no Elizabeth, N. J. News, 18 de marco de 1903).

“Se os protestantes seguissem a Bíblia, adorariam a Deus no dia de sábado. Ao guardar o domingo, estão seguindo uma lei da Igreja Católica.” (Albert Smith, Chanceler da Arquiocese de Baltimore, em carta subscrita em 10 de fevereiro de 1920).

 

Curial citar outras declarações de autoridades do Catolicismo Romano:

“Pergunta: Você tem algum meio de provar que a Igreja tem poder para instituir festas por preceito [humano]?

Resposta: Se ela não tivesse esse poder, não poderia ter feito aquilo que todos os modernos religiosos concordam com ela; ela não poderia ter substituído a observância do sábado, sétimo dia da semana, para a observância do domingo, o primeiro dia da semana, uma mudança para a qual não há autoridade nas Escrituras.” (A Doctrinal Catechism, Stephen Keenan, 3ª edição, p. 174).

“Alguns teólogos têm sustentado que Deus determinou diretamente o domingo como dia de adoração na Nova Lei, e que Ele mesmo explicitamente substituiu o sábado para o domingo. Porém esta teoria, agora, está inteiramente abandonada. Agora, é comum se pensar que Deus simplesmente deu à Sua Igreja [Católica] o poder de anular qualquer dia ou dias que ela consideraria adequados como dias santos. A Igreja [Católica] escolheu o domingo, o primeiro dia da semana, e no decorrer do tempo acrescentou outros dias como dias sagrados.” (A Course in Religion for Catholic High Schools and Academies, John Laux, 1936, vol. 1, pg. 51).

“Pergunta: Como você prova que a Igreja tem poder para determinar festas e dias santos?

Resposta. Pelo próprio ato da mudança do sábado para o domingo, o que os protestantes admitem e, portanto, eles afetuosamente se contradizem, mantendo rigorosamente o domingo, e violando a maioria das outras festas ordenadas pela mesma Igreja.” (Manual of Christian Doctrine, Daniel Ferres, 1916, pg.67).

 

Conforme os  textos transcritos, todos emitidos por autoridades da Igreja Católica, confirma-se que o shabat é o dia santificado pelo ETERNO. Por outro lado, o domingo ingressou como dia sagrado por meio de determinação do Catolicismo Romano. Aqueles que não observam o shabat estão descumprindo o mandamento do ETERNO, encontrando-se subordinados ao poder do Papa.

Caro leitor, a quem você serve? A YHWH ou ao Papa?

 

PROTESTANTES QUE DESCOBRIRAM A VERDADE

Muitos protestantes sabem a verdade acerca do shabat e reconhecem que o domingo é uma farsa. O próprio “pai” do Protestantismo, Martinho Lutero, escreveu:

“A natureza exige que as pessoas e os animais descansem um dia por semana. Porém aquele que deseja fazer deste dia de repouso uma lei positiva, uma obra de Deus, deve adotar o sábado e não o domingo, pois o sábado foi determinado aos israelitas, e não o domingo.” (Luther, Tomo 3, pg. 643).

“Eles [os católicos] alegam que o sábado foi transferido para o domingo, o dia do Senhor, o que é contrário ao decálogo [os Dez Mandamentos],... não há qualquer exemplo maior de prepotência do que essa mudança do dia de descanso.

Com isso, eles dizem que grande é o poder e a autoridade da Igreja [Católica Romana], pois ela dispensou um dos dez mandamentos.” (Confissão de Augsburg, Artigo 28, parágrafo 9).

 

Vejam que curioso: o “pai” da Reforma Protestante declara que a Igreja Católica Romana não poderia alterar um dos Dez Mandamentos, porém, o próprio protestantismo é fiel à Igreja Católica ao guardar o domingo.

Citar-se-ão, a título meramente exemplificativo, declarações de líderes protestantes que descobriram a verdade, apesar de muitos preferirem ficar no engano.

 

ANGLICANA/EPISCOPAL:

“Nós mudamos o sétimo dia para o primeiro dia, o sábado para o domingo, em razão da autoridade da santa Igreja Católica.” (Bispo Seymour, Why We Keep Sunday?).

 

BATISTA:

“Havia e há um mandamento para santificar o dia de shabat, mas o dia de shabat não era o domingo. Será dito, no entanto, e com alguma mostra de triunfo, que o shabat foi transferido do sétimo para o primeiro dia do semana [o domingo].... Onde o registro de tal mudança pode ser encontrado? Não no Novo Testamento, absolutamente não.

Para mim, parece inexplicável que Jesus, durante a relação de três anos com seus discípulos, muitas vezes conversando com eles sobre a questão do sábado, nunca aludiu a qualquer transferência do dia, também, durante os quarenta dias de sua ressurreição, nada sobre tal assunto foi determinado.

Claro, eu sei muito bem que o domingo veio a ser usado na história cristã. Mas que pena que vem marcado com a marca do paganismo e batizado com o nome do deus do sol, aprovado e sancionado pela apostasia papal, que o deixou como legado sagrado ao Protestantismo!” (Dr. Edward T. Hiscox, discurso lido na conferência de ministros em Nova York, 1893).

“Nunca houve qualquer formalidade ou autoridade para alterar o judaico shabat no sétimo dia para o primeiro dia cristão [o domingo].” (William Owen Carver, The Lord's Day in Our Day, p. 49).

 

CONGREGACIONAL:

“… o shabat cristão [domingo] não está nas Escrituras, e não era chamado de shabat pela Igreja primitiva.” (Timothy Dwight, Theology: Explained and Defended,  1823, Ser. 107, vol. 3, p. 258).

 

 

LUTERANA:

“O dia do domingo, tal como as outras festas, sempre foi uma ordenança humana, e está fora das intenções dos apóstolos de estabelecerem uma ordenança divina a esse respeito, longe deles [dos apóstolos], e também longe da primitiva apostólica Igreja, para transferir as leis do shabat para o domingo.” (Dr. Augustus Neander, The History of the Christian Religion and Church, Henry John Rose, 1843, pg. 186).

 

METODISTA:

“A lei moral contida nos Dez Mandamentos e confirmada pelos profetas não foi anulada por ele [Cristo]. Cada parte dessa lei deve permanecer em vigor para toda a humanidade, e em todas as eras, não dependendo do tempo ou do lugar, ou de quaisquer outras circunstâncias que possam mudar.” (John Wesley, The Works of the Rev. John Wesley, A.M., John Emory, ed. New York: Eaton & Mains, Sermon 25,vol. 1, pg. 221).

 

PRESBITERIANA:

“O sábado é uma parte do decálogo - os Dez Mandamentos.  Isso por si só sempre resolve a questão da perpetuidade da instituição .... Portanto, até que se possa mostrar que toda a lei moral foi revogada, o sábado vai permanecer .... O ensinamento de Cristo confirma a perpetuidade do sábado.”  (T. C. Blake, D.D., Theology Condensed, pgs. 474 e 475).

 

Após a exposição de famosas autoridades de denominações protestantes, faz-se curial citar o pensamento do preclaro evangelista Dwight L. Moody:

“O sábado foi obrigatório no Éden, e está em vigor desde então. Este quarto mandamento começa com a palavra ‘lembrar’, mostrando que o sábado já existia quando Deus escreveu a lei em tábuas de pedra no Sinai. Como podem os homens alegar que este mandamento não se aplica quando admitem que os outros nove ainda estão em vigor?” (D. L. Moody, Weighed and Wanting, Fleming H. Revell Co.: New York, pg. 47 e 48).

 

Ante os dados apresentados, conclui-se que o shabat sempre foi e continua sendo o dia santificado pelo ETERNO.

Eis, em síntese, os principais argumentos:

1) o ETERNO abençoou o shabat, o sétimo dia (Gn 2:1-3);

2) o shabat é o 4º dos Dez Mandamentos (Ex 20:8-11 e Dt 5:12-15), sendo escrito pelo dedo do ETERNO (Ex 31:18 e 32:16);

3) a transgressão do shabat é considerada um grave pecado, cuja consequência é a morte (Ex 31:14-15 e Nm 15:32-36);

4) Nechemyah (Neemias) protestou contra aqueles que profanavam o shabat, pois considerava ímpios aqueles que não o guardavam (Ne 13:15-17);

 4) o ETERNO ordenou a abstenção de atividades seculares no shabat (Jr 17:21 e Dt 5:12-15);

5) o shabat é o dia santificado para adoração (Ez 46:3);

6) bem-aventurado é o homem que não profana o shabat (Is 56:2);

7) quem guarda o shabat será recompensado pelo ETERNO (Is 58:13-14);

8) o shabat é sinal da aliança entre o ETERNO e seu povo (Ex 31:15-17 e Ez 20:12);

9) o gentio deve observar o shabat (Ex 20:8-11 e Is 56:3-7);

10) o ETERNO não muda Sua Palavra (Ml 3:6 e Sl 89:34);

11) os ímpios profanam o shabat (Ez 20:13 e 22:8);

12) quem profana o shabat profana o nome do ETERNO (Ez 22:26);

13) quando forem criados os novos céus e a nova terra, o homem continuará guardando o shabat (Is 65:17-18 e 66:22-23);

14) Yeshua observava o shabat (Lc 4:14-16; Mc 6:1-2; Lc 6:6 e Lc 13:10);

15) os discípulos de Yeshua e os emissários (apóstolos) guardavam o shabat (At 13:14, 43-44; 16:13; 17:2);

16) o Imperador Romano Constantino, pagão e idólatra, sacramentou o domingo como dia santo no lugar do shabat (321 D.C), em homenagem ao dia do deus sol. Constantino unificou o Império por meio da religião denominada Cristianismo, fundando o Catolicismo Romano;

17) mesmo com as ordens da Igreja Católica, os netsarim (nazarenos) e os cristãos que guardavam o shabat não se curvaram a Roma. Por tal razão, em 590 D.C, o Papa Gregório I chamou de “anticristo” quem observasse o shabat;

18) a Igreja Católica confessa que alterou o shabat para o domingo, porque, no dizer do Papa Leão XIII, age no “lugar do Senhor Todo-Poderoso”;

19) muitos protestantes reconhecem que o shabat é o dia instituído pelo ETERNO.

Amigo leitor, leia e releia este texto cuidadosamente, e ore pedindo ao ETERNO para proteger sua mente dos ataques de HaSatan (Satanás), pois este sempre fica furioso com aqueles que obedecem ao ETERNO, observando o shabat.

Agora que você já conhece a verdade, não há desculpas para não segui-la. Comece a fazer o que Yeshua e todos os seus discípulos faziam.

Guarde o shabat[1] e desfrute de uma visitação especial da parte de YHWH!!!

 

 

 

 

 

 

 


[1] Lembre-se que, de acordo com o calendário bíblico, o shabat começa no pôr-do-sol da sexta-feira e vai até o pôr-do-sol do sábado. No final deste livro, no capítulo denominado “CONCLUSÃO: SEJA UM NAZARENO! RECOMENDAÇÕES PRÁTICAS”, há inúmeras observações e dicas práticas para aqueles que desejam iniciar o cumprimento do mandamento do shabat, servindo de “pequeno manual” para a guarda do shabat.

 

Contato

TSADOK BEN DERECH judaismonazareno@gmail.com